Web seminário Estratégias e Ferramentas para otimizar o tempo nos projetos
BANCOOP X Gafisa – A superioridade do cooperativismo
6 anos do Twitter
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— Jack Dorsey (@jack) março 21, 2006
Títulos públicos
Os títulos públicos estão sendo mais um problema do que uma solução para muitos países. Países estes que contraem dívidas de longo prazo, vendendo seus títulos, numa quantidade maior do que sua capacidade de pagamento. E quanto menor a capacidade de pagamento do país, maior será a taxa de juros que os financiadores (ou especuladores?) irão cobrar. Mas poderiam os países viverem sem emissão de títulos públicos, ou, pelo menos, numa quantidade menor?
A maior parte dos grandes investimentos de um país são feitos pelo governo ou com dinheiro emprestado do governo (a juros mais baixos do que o mercado e prazos muito longos). Logo, nenhum país sobrevive sem empréstimos. Ou, melhor seria dizer, nenhum país cresce, e se desenvolve, sem empréstimos. É só olhar as cores neste [[mapa mundial da dívida|http://www.economist.com/content/global_debt_clock]] – os que menos devem são os mais pobres (África em peso).
“A questão” são duas: quanto o governo paga pelo dinheiro (não é esse o problema do Brasil hoje?) e o que o governo faz com o dinheiro (não foi esse o problema da Grécia e outros países mais pobres que entraram no Euro?). Vamos a algumas soluções novas, ou nem tanto.
No caso de países que tem que manter juros altos, não poderia o governo simplesmente emitir moeda própria (carimbada) para despesas com novos investimentos. Por exemplo, o Brasil emitiria notas de real “Belo Monte”, para financiar esta usina (caso seja aprovada). E quando essas notas retornassem para o caixa do governo, seriam destruídas – pode isto? O dinheiro serviu para pagar o investimento, circulou na economia, mas no médio prazo (5 anos?) não aumentou a moeda circulante, pois saiu de circulação, e sem pagar um centavo de juros. Acho que o Thomas Edison (com apoio do Henry Ford) deu essa ideia para o governo americano logo após a primeira guerra (li em algum lugar, vou procurar).
No caso do governo emprestar dinheiro, este dinheiro poderia ficar restrito a investimentos. Ou seja, não poderia pagar a sua administração.
Não melhora a situação de muitos países?
E o semestre letivo iniciou…
O meu semestre letivo iniciou muito bem. Professor motivado, alunos muitos motivados. Salas não muito quentes, com cortinas. As duas salas com projetor instalado e funcionando (uma no bloco das ciências da terra e outra na eng. elétrica). Tá certo ambas estavam fechadas, mas nada que uma busca de alguns minutos não resolveu. As salas no Moodle só foram criadas hoje, mas por falta de planejamento meu. A agenda ainda está bagunçada – as reuniões dos projetos ainda não iniciaram. Ainda há muitas pendências de 2011, e quem não as tem? mas em março ainda tudo estará resolvido. O ar condicionado ainda não está instalado no GRUPOTIC. E as corridas vão bem, sábado foi a primeira, corrida noturna da unimed.
Bom semestre letivo a todos alunos e professores!
Religião e futebol
Para os amantes do esporte bretão, ou catalão, o futebol é uma religião. Mas a religião também pode se beneficiar do futebol. O Santuário Nacional de Aparecida, instituição (com CNPJ e recolhedora de impostos) da igreja católica que administra a basílica de Aparecida, apresentou projeto ao BNDES para financiamento para construção de hotel com 330 suítes próximo à basílica. A instituição católica afirma que solicitou o financiamento no programa de incentivo ao turismo do banco. O BNDES confirma que transferiu (espertamente) o contrato de seu programa regular para o o ProCopa Turismo. E as obras estão bastante adiantadas. Leia mais no Contas Abertas
Fonte: Contas Abertas