sobre crimes, seguran??a p??blica e impunidade

Os crimes sem solu????o que continuam ocorrendo em qualquer lugar do pa??s, resultando em consequ??ncias e mortes de pessoas an??nimas e p??blicas, n??o tem uma causa espec??fica. N??o h?? governante (seja prefeito, governador ou presidente) que possa ser particularmente culpado pela situa????o que vivemos. ?? culpa do sistema cultural que cultivamos por d??cadas (ou s??culos?). Temos um sistema pol??tico-eleitoral que na teoria pode funcionar, mas serve a todos os tipos de finalidades. Um sistema judici??rio que da mesma forma pode ser usado indevidamente com facilidade. E n??s, o povo, que criamos e fizemos crescer estes sistemas o que fazemos? Os que fazem parte da parcela sobrevivente mant??m este sistema em base de troca. Os demais, que podem algo fazer de diferente, onde me incluo, candidamente, criticamos, denunciamos, e votamos, mas n??o conseguimos mudar sen??o lentamente algo que ?? muito grande (pelo tamanho do pa??s, pelo tempo que cresceu e propor????es que tomou).
O que fazer? Eu n??o sei. S?? sei que em muitas pa??ses na atualidade as rea????es s??o diferentes.

sobre calamidades p??blicas no Brasil

Sobre obras de calamidade, eu penso que no Brasil o que se tem mais ?? falta de planejamento (urbano, social, etc). Acontecem coisas, como as invas??es, que s??o absurdas, tanto da necessidade dessa gente (que s?? existe pela falta de planejamento) quanto pela fiscaliza????o (que n??o existe porque n??o se quer, se existisse causaria uma guerra social ou civil, que n??o interessa ?? elite no poder, que continua canalizando o capital para as suas torneiras
Os impostos teriam que atender primeiro e diretamente?? ??s prefeituras – sem intermediarios, sem esse sobe e desce da grana.

Os projetos da Gurgel

Reproduzi no blog Sistemas de Produção I texto que mostra, ou indaga, como é a economia, a política, a produção e a inovação no Brasil. Penso que pouca coisa mudou de lá para cá. Às vezes pensamos que mudou, mas, no fim, sempre aparece o interesse do capital estrangeiro ou dos que já possuem algum tipo de monopólio. Escrito por Carlini e publicado no blog do Nassif.

http://sistemasdeproducaoiufpr.blogspot.com/2009/12/os-projetos-do-gurgel.html

Reproduzo aqui texto que mostra, ou indaga, como é a economia, a política, a produção e a inovação no Brasil. Penso que pouca coisa mudou de lá para cá. Às vezes pensamos que mudou, mas, no fim, sempre aparece o interesse do capital estrangeiro ou dos que já possuem algum tipo de monopólio.

sobre os confitlos anti-Brasil no Suriname

Enquanto a humanidade não aprender a “ignorar” as linhas divisórias geográficas, que cada vez são mais virtuais, e respeitar os laços regionais, desavenças como estas e muitas guerras ainda continuarão a acontecer.

Às vezes precisamos ser criativos e inventar novos modelos. Muitos foram inventados na época do colonialismo, por que nossos diplomatas não inventam agora, no globalismo?

Meus caros, Diplomacia Brasileira? isso existe?

sobre os confitlos anti-Brasil no Suriname

Enquanto a humanidade n??o aprender a ???ignorar??? as linhas divis??rias geogr??ficas, que cada vez s??o mais virtuais, e respeitar os la??os regionais, desaven??as como estas e muitas guerras ainda continuar??o a acontecer.

??s vezes precisamos ser criativos e inventar novos modelos. Muitos foram inventados na ??poca do colonialismo, por que nossos diplomatas n??o inventam agora, no globalismo?

Meus caros, Diplomacia Brasileira? isso existe?

Revitalização de parques e praças

Parece que é mais difícil manter os parques e praças bem cuidados, como se espera de uma cidade considerada de primeiro mundo (e agora premiada como a terceira mais "esperta" do mundo). Por quê? Pode ser fácil desvendar esta dúvida. Revitalização dá notícia, placa e propaganda, tanto para prefeito, administradores, quanto para vereadores e representantes de comunidades, muitos destes de olho nos cargos daqueles. Manter tudo em ordem, limpo, livre de arruaceiros talvez não apareça tanto, "seria apenas uma obrigação" do poder público.