sobre excesso de tarefas e informação – espaço aberto c&t globonews

A solução para este problema de estarmos conectados o tempo todo e da demanda por fazermos e respondermos mais e mais rápido é atender ao que a tecnologia nos prometeu há 40 anos atrás: que trabalharíamos menos. Temos que trabalhar 30 horas semanais (uma vez que já gastamos muitas horas fora do trabalho com informação que indiretamente acabaremos levando para o trabalho) e ter a semana sem dia de descanso fixo (ou seja, sem dias úteis ou fim de semana – cada um faz a sua agenda com a chefia). Isso aí!

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A solu????o para este problema de estarmos conectados o tempo todo e da demanda por fazermos e respondermos mais e mais r??pido ?? atender ao que a tecnologia nos prometeu h?? 40 anos atr??s: que trabalhar??amos menos. Temos que trabalhar 30 horas semanais (uma vez que j?? gastamos muitas horas fora do trabalho com informa????o que indiretamente acabaremos levando para o trabalho) e ter a semana sem dia de descanso fixo (ou seja, sem dias ??teis ou fim de semana – cada um faz a sua agenda com a chefia). Isso a??!

Sobre a vida após a morte

A propósito do filme Nosso Lar, que pretendo assistir neste sábado.

A vida após a morte não é vida no sentido que conhecemos, não tem matéria – ou esta é muito tênue, invisível. Então não há espaço ou tempo, tudo pode ser visto, ou percebido, no presente e no passado. No futuro não, pois ainda haverá o livre-arbítrio. E, como diversão, estes seres do infinito (só a matéria define o finito), criaram o Big Bang, para terem um jardim de matéria onde se divertir e, quem sabe, evoluir nas relações espirituais. Não devemos chamar estes seres após a morte de espíritos, pois eles não nos devem chamar de seres vivos – pois eles também o são, talvez nos chamem de “instâncias de objetos” (eles) do mundo real (o deles). Ou seja, se pensamos ser o nosso mundo real, eles devem pensar ser real o deles. Ou seriam ambos, mas em planos diferentes?

Sobre a vida ap??s a morte

A propósito do filme Nosso Lar, que pretendo assistir neste sábado.

A vida após a morte não é vida no sentido que conhecemos, não tem matéria – ou esta é muito tênue, invisível. Então não há espaço ou tempo, tudo pode ser visto, ou percebido, no presente e no passado. No futuro não, pois ainda haverá o livre-arbítrio. E, como diversão, estes seres do infinito (só a matéria define o finito), criaram o Big Bang, para terem um jardim de matéria onde se divertir e, quem sabe, evoluir nas relações espirituais. Embora não devamos chamar estes seres após a morte de espíritos. pois eles não devem nos chamar de seres vivos, talvez nos chamem de “instâncias de objetos (eles) do mundo real (o deles)”.