Sobre a vida após a morte

A propósito do filme Nosso Lar, que pretendo assistir neste sábado.

A vida após a morte não é vida no sentido que conhecemos, não tem matéria – ou esta é muito tênue, invisível. Então não há espaço ou tempo, tudo pode ser visto, ou percebido, no presente e no passado. No futuro não, pois ainda haverá o livre-arbítrio. E, como diversão, estes seres do infinito (só a matéria define o finito), criaram o Big Bang, para terem um jardim de matéria onde se divertir e, quem sabe, evoluir nas relações espirituais. Não devemos chamar estes seres após a morte de espíritos, pois eles não nos devem chamar de seres vivos – pois eles também o são, talvez nos chamem de “instâncias de objetos” (eles) do mundo real (o deles). Ou seja, se pensamos ser o nosso mundo real, eles devem pensar ser real o deles. Ou seriam ambos, mas em planos diferentes?