resposta a um amigo, sobre política

Resposta ao amigo José Marques Filho via Facebook:

Ouço bastante de pessoas não muito letradas que na política estão os menos piores, e analisando o que estes vem fazendo com o nosso país, independente de partido político, eu penso que precisamos 1) colocar nos cargos executivos administradores ao invés de políticos profissionais, 2) um choque de ética no país, que começa pelas coisas mais simples e na escola, + controlar melhor os que os políticos fazem depois de eleitos (by Stephen Kanitz), inclusive podendo destituir do cargo (como se faz nas organizações, não se escolhe por promessas, mas por resultados, tb by Kanitz) 3) leitura como hábito (que leva à educação) desde os primeiros anos. Como disse Ziraldo em entrevista ao Ler & Cia das Livrarias Curitiba: "Ler é mais importante do que estudar". A leitura estimula a imaginação e "a imaginação é mais importante que o conhecimento" (Einstein), vivemos hoje como vivemos porque a maioria da população não usa sua imaginação, prefere ir para as drogas (seja pobre ou seja rico).
Nossos "novos" políticos precisam ousar e ter mais coragem para fazer mudanças mais profundas. Por que não começar com a proposta do Sen. Cristovam Buarque: filhos de políticos devem estudar em escola pública?

Câmara dos Deputados lança portal para ampliar debate sobre projetos de lei com a sociedade

Matéria completa em http://cienciahoje.uol.com.br/146936

Foi lançado o e-Democracia, um espaço virtual que vai reunir informações e sugestões para os textos em tramitação na casa. O portal disponibiliza à população, entre outras ferramentas, uma biblioteca digital com estudos e projetos de lei, fóruns de discussão e uma interface colaborativa chamada Wikilégis, em que os internautas poderão elaborar versões das leis e até sugerir emendas aos projetos da Câmara. Especialistas, políticos e agentes do Estado atuarão como mediadores, ajudando a transformar as ideias discutidas no portal em projetos de lei. Para o jornalista e cientista político Juliano Borges, a página é ousada e tem a seu favor o amplo uso das ferramentas da Web 2.0, como os grupos de discussão e o caráter colaborativo, observado em especial na Wikilégis. “Em geral as experiências do governo na internet não costumam ser assim”, compara. “Páginas virtuais institucionais têm alguns espaços de abertura, mas esse portal oferece um envolvimento muito maior.”