Coworking já é 20% do aluguel corporativo no Rio

Mercado Imobiliário

(O Globo) – 01/10/17

Está no mercado imobiliário outro desdobramento da expansão do coworking. O segmento foi o que mais absorveu áreas corporativas — aquelas alugadas por empresas e com mais de 400 metros quadrados — no Rio de Janeiro de abril a junho, segundo Márcia Colliers, diretora da base carioca da consultoria Colliers:

— A demanda por espaços corporativos trazida pelos espaços de coworking é boa notícia num momento de vacância recorde no Rio, com taxa acima de 40%.

No Rio, no segundo trimestre, os coworkings responderam por 20% — a maior fatia — da absorção de espaços corporativos. Em São Paulo, o percentual ficou em 13%, atrás apenas do segmento farmacêutico.

PREÇO MENOR
Ela explica que essa demanda aquece o mercado imobiliário em geral. De outro lado, pode ampliar a concorrência em alguns segmentos. No topo, no de grandes espaços, as empresas podem, em algum momento, buscar espaços…

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Jesus foi crucificado nu.

Arthur Virmond de Lacerda Neto

É da autoria de Allin Cox.

Jesus foi crucifixado inteiramente nu. Os romanos crucificavam os condenados inteiramente pelados. As representações de J. C. com a genitália encoberta são falsas; também é falsa a representação das palmas das mãos pregadas: não havia tal. Amarravam-se os braços por detrás da trave horizontal.

O suposto velamento da genitália decorre da gimnofobia (recusa da nudez) e da misofalia (horror do pênis; pênis como orgão indecoroso), ambas criadas pelo cristianismo e ainda entranhadas nos brasileiros, máxime nos evangélicos (e também católicos, embora menos.).

Jesus tinha pinto, escroto e pentelhos. Sim, tinha-os: era homem e os homens são assim.

O objetivo desta postagem é pedagógico, de contribuir para a normalização da nudez natual (não sexual) e para a erradicação do pudor (vergonha do corpo, nomeadamente das partes que o cristianismo estigmatizou.).

Antes do cristianismo, os deuses e os imperadores eram representados desnudos: os gregos e os…

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Administração da produção na construção

Na próxima semana começo nova turma da minha disciplina optativa na Engenharia de Produção: Administração da produção na construção. Ontem resolvi fazer algo diferente para iniciar a minha preparação (mental) para as aulas e pensar em alguma mudança do ano passado para este. Fiz um desenvolvimento mental das aulas, em duas pegadas de 30 minutos cada* – uma ontem e outra hoje, sem consultar nenhum material. Segue o texto que produzi, omitindo os dias de aula para não ficar mais chato.

*por que 30 minutos cada? quem já leu textos meus anteriores sabe que eu escrevo diariamente no site 750words.com, são no mínimo 750 palavras, que eu demoro entre 30 e 40 minutos. Por isso!

o que é projeto? o que é produção? (ver tabela comparativa). construção é projeto ou é produção? o que é projeto na construção? o que produção na construção? a saída é juntar os dois – texto do Ballard (2014), tese do Maurício Bernardes (2001).

o que é o projeto de construção? um desenho com informações arquitetônicas, da estrutura, da hidráulica, da elétrica (e outras instalações, se existirem). que informações temos no projeto. o que é a produção na construção. a produção é transformar os materiais em construção, de acordo com o projeto, e atendendo à qualidade deseja para o cliente. os projetos tem as listas e especificações dos materiais? em parte. há uma especificação do projeto, chamada memorial descritivo, que descreve em linhas gerais uma parte da construção, como estrutura e hidráulica, e descreve os acabamentos e equipamentos que serão usados pelo cliente, como por exemplo, como será o piso e o revestimento das paredes, como serão as pias, etc. que dados devem ser repassados para a produção. os materiais e acabamentos, e como será executada cada parte da construção. a essas partes chamamos serviços. por exemplo, o levantamento de paredes é um serviço. o memorial descritivo ou projeto diz como são as paredes. o serviço diz o que vai na parede (tijolo e argamassa). para cada serviço da construção há várias alternativas, dependendo do material e da forma como será feito. a descrição dos materiais e as atividades a serem executadas para sua colocação estão numa relação de itens que chamamos de composição dos serviços. a maioria destas composições já tem alguns padrões. na composição também estão indicadas as quantidades que serão necessárias de cada material e as horas de trabalho de cada profissional envolvido no serviço. A Tabela PINI é um caderno que traz composições de serviços e também a CEF mantém uma tabela, SINAPI, disponível gratuitamente na internet. vamos ver que informações temos no SINAPI.
Quais informações há no SINAPI? perguntas para as primeiras tarefas:

  • como usar as composições para calcular a duração da execução de um serviço?
  • como usar as composições para calcular o consumo de materiais?
  • como usar as composições para calcular o custo de um serviço?
  • como usar as composições para calcular o custo da obra?
  • este custo é custo total, direto ou indireto? como calcular o custo total da obra?

o que já sabemos? quais os materiais que necessitamos e as suas quantidades, quais os profissionais que precisamos e quantas horas de trabalho de cada um. Agora como podemos definir o prazo de execução da obra?

o que é então o planejamento da obra? definir os serviços, definir as equipes em cada serviço, definir a duração de cada duração, definir o sequenciamento dos serviços (cronograma), definir o prazo da obra.

planejamento do tempo. uma vez definido isto, teremos o plano de execução mês a mês da obra, ou semana a semana, ou se quisermos, dia a dia. este plano pode ser seguido à risca? como uma programação da produção? Não. Por quê?

Aqui iniciamos a simulação de uma obra, com 10 casas, num prazo de 80 dias (16 semanas), que no curso serão 8 semanas. Atualmente faço essa simulação usando o trello.com, usando o App.

faça alguns simulações com diferentes prazos para a obra. o que muda?

como fazer com obras repetitivas. se eu tiver 10 casas iguais, como faz? Aqui entra a Linha de Balanceamento (LOB, Line of Balance). a primeira simulação pode ser feita no papel, no caso, no quadro.

Na aplicação da LOB podemos ter pelo menos três abordagens (ver meu artigo de 1998). Na primeira solução todas as atividades seguem o mesmo ritmo – tudo é crítico. Algo impensável e impossível de executar em uma de mais de 1 mês. Mas nesta solução existem folgas para algumas equipes, pelo menos na teoria! como reduzir ou eliminar estas folgas.

Aí entra a segunda solução, dividir a obra em etapas, cada etapa tendo o seu ritmo. as decisões de quando iniciar cada etapa consideram o ritmo de cada uma, ver o artigo de Vargas (1996).

E na terceira solução, que usualmente pode ser aplicada em edifícios (e foi a minha tese), cada atividade segue seu próprio ritmo.

Voltando agora à programação. temos um planejamento do tempo. temos um plano de execução mês a mês da obra, ou semana a semana, ou se quisermos, dia a dia. este plano pode ser seguido à risca? Não. o que aprendemos com a simulação? como fazer então uma programação da produção?

A solução é fazer isso na própria obra, usando um método ágil – Last Planner System. Construção Enxuta. apresentar resumo do relatório do Koskela (1992).

Termina a simulação. quais as conclusões e acabou!

 

 

 

 

Eficiência da gestão municipal, a propósito do índice criado pela Folha – REM-F

Comentado no post do blog da Raquel Rolnik

Eu concordo com tudo o que você escreveu. As matérias que já li com resultados do REM-F confundem eficiência com eficácia. A eficiência, como o índice a apresenta, é a razão entre a aplicação dos recursos e o total de recurso recebidos (uma medida de produtividade). No entanto, como você observa, esta aplicação dos recursos, em termos de número de escolas, postos de saúde, etc. é apenas o meio (de produção) para se conseguir o resultado de fato, que é o bem estar urbano, o desenvolvimento humano e a qualidade de vida (todos entrelaçados). Eficácia é o alcance destes resultados.

Outra matéria publicada pela Folha sobre o REM-F comparou o aumento do número de servidores municipais entre 2004 e 2014. Quanto maior o percentual de aumento do número de servidores neste período, pior a “eficácia” das prefeituras nas áreas de saúde, educação e saneamento. O número de servidores teria que ser comparado ou com a população da cidade (prefiro esta) ou com os resultados obtidos (como sugerido acima). A matéria indica que entre os municípios menos eficientes (até 0,30) o funcionalismo cresceu 67% em média, e nos mais eficientes (acima de 0,50) a taxa ficou em 48%. E afirma ainda que no mesmo período a população aumentou 12% (provavelmente a média nacional). No entanto, não considera quanto cresceu a população do município, se houve aumento da estrutura pública maior do que a média ou, ainda, se a estrutura pública estava abaixo das necessidades em 2004.

Mas eu vejo um grande benefício neste e em quaisquer outros índices que sejam publicados. Eles colocam a discussão das políticas públicas mais abertas e transparentes. Atualmente as discussões são eminentemente políticas e cada administrador divulga os índices que quer e como quer. Precisamos de mais entidades divulgando índices, mesmo que com erros metodológicos, para sairmos deste círculo vicioso imposto pelos políticos, principalmente em época eleitoral. O que é necessário é que sejam entidades apolíticas, idôneas, que as metodologias sejam abertas (permitindo justamente a discussão) e que sejam atualizadas periodicamente. A atualização periódica é até mais importante, pois permite comparações isentas de viés político. É o que se tem hoje com os indicadores da educação, que mesmo criticados (por ser do governo?), têm mostrado a real evolução da educação no Brasil. Deveríamos ter esse “costume” para todas as políticas públicas. A questão de qual a melhor metodologia é uma questão técnica que pode-se ir resolvendo a medida que as discussões avancem.

Você conhece o IBEU? Um trabalho do Observatório das Metrópoles (INCT).

Car sharing leads to reduced car ownership and emissions in cities, study finds — TechCrunch

Cars are one one of the top contributors to greenhouse gas emissions globally, and cars in cities can be especially heavy with their contributions, owing to traffic and population density. And while encouraging everyone to bike or use public transit probably isn’t going to convince everyone to ditch car ownership, car sharing services seem to be winning…

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Uber for 911 transport is a horrible idea — TechCrunch

The Washington D.C. Fire and EMS Department is considering a plan to use Uber to transport low priority 911 callers, according to NBC Washington. It’s a horrible idea. Washington’s plan is to hire a team of nurses who could evaluate a caller’s condition over the phone and direct them to an Uber if they are deemed stable. Already…

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USV’s Albert Wenger on converting our attitude on automation from foe to friend — TechCrunch

The zero marginal cost of information is turning everything upside down. Albert Wenger, Partner at Union Square Ventures asserts in our latest interview, “We are just at the beginning of this inversion.” Although the changes this inversion is bringing to many associated industries like traditional publishers, crowdfunding sites, and biotech companies are still in their infancy,… Read More

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Nus na rua, na Suiça.

Arthur Virmond de Lacerda Neto

Artistas nus, em público, apresentam-se na cidade de Biel (Suiça), como demonstração da inocência da nudez natural, da dissociação entre nudez e sexualidade. Exemplo para o mundo, especialmente para os brasileiros preconceituosos. O brasileiro confunde as coisas, a saber, o corpo com imoralidade e velamento dele com decência.

Assista à filmagem aqui.

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