Medalhas do Brasil nas Olimpíadas de Londres 2012

MEDALHAS DO  BRASIL NAS OLIMPÍADAS DE LONDRES 2012

TOTAL DE MEDALHAS: 17 Ouro: 3 Prata: 5 Bronze: 9

Dia 28/07

  • ouro SARAH MENEZES no judô (categoria ligeiro, até 48 kg).
  • bronze FELIPE KITADAI no judô (categoria até 60 kg).
  • prata THIAGO PEREIRA natação masculina (400 metros medley).

Dia 02/08

  • bronze MAYRA AGUIAR no judô (categoria até 78 kg).

Dia 03/08

  • bronze RAFAEL SILVA no judô (categoria acima dos 100 kg).
  • bronze CESAR CIELO na natação (50 metros livres).

Dia 05/08

  • bronze ROBERT SCHEIDT e BRUNO PRADA na vela (classe Star).

Dia 06/08

  • ouro ARTHUR ZANETTI na ginástica (argolas).

Dia 08/08

  • bronze ADRIANA ARAÚJO no box (até 60 kg).
  • bronze JULIANA SILVA E LARISSA FRANÇA no vôlei de praia.

Dia 09/08

  • prata ALISON CERUTTI e EMANUEL REGO no vôlei de praia.

Dia 10/08

  • bronze YAMAGUCHI FALCÃO no box (categoria até 81 kg)

Dia 11/08

  • prata time de futebol masculino.
  • ouro time de vôlei feminino.
  • prata ESQUIVA FALCÃO no box (categoria até 75 kg)

Dia 12/08

  • prata time de vôlei masculino.
  • bronze YANE MARQUES no pentatlo moderno.
 

Medalhas do Brasil nas Olimpíadas de Londres 2012

MEDALHAS DO  BRASIL NAS OLIMPÍADAS DE LONDRES 2012

TOTAL DE MEDALHAS: 17 Ouro: 3 Prata: 5 Bronze: 9

Dia 28/07

  • ouro SARAH MENEZES no judô (categoria ligeiro, até 48 kg).
  • bronze FELIPE KITADAI no judô (categoria até 60 kg).
  • prata THIAGO PEREIRA natação masculina (400 metros medley).

Dia 02/08

  • bronze MAYRA AGUIAR no judô (categoria até 78 kg).

Dia 03/08

  • bronze RAFAEL SILVA no judô (categoria acima dos 100 kg).
  • bronze CESAR CIELO na natação (50 metros livres).

Dia 05/08

  • bronze ROBERT SCHEIDT e BRUNO PRADA na vela (classe Star).

Dia 06/08

  • ouro ARTHUR ZANETTI na ginástica (argolas).

Dia 08/08

  • bronze ADRIANA ARAÚJO no box (até 60 kg).
  • bronze JULIANA SILVA E LARISSA FRANÇA no vôlei de praia.

Dia 09/08

  • prata ALISON CERUTTI e EMANUEL REGO no vôlei de praia.

Dia 10/08

  • bronze YAMAGUCHI FALCÃO no box (categoria até 81 kg)

Dia 11/08

  • prata time de futebol masculino.
  • ouro time de vôlei feminino.
  • prata ESQUIVA FALCÃO no box (categoria até 75 kg)

Dia 12/08

  • prata time de vôlei masculino.
  • bronze YANE MARQUES no pentatlo moderno.
 

Produção e consumo sustentáveis foi tema de painel do Min. do Meio Ambiente

O Ministério do Meio Ambiente organizou um painel sobre produção e consumo sustentáveis, visando a Rio+20. A reportagem é Clarissa Vasconcelos, do Jornal da Ciência.

Participaram do painel, mediado pela secretária para Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do MMA, Samyra Crespo; o economista Paul Singer, Secretário de Economia Solidária do Ministério do Trabalho; Sylvie Lemmet, diretora da divisão de Tecnologia, Indústria e Economia do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (DTIE/Pnuma), uma das responsáveis pelo Processo de Marrakesh, base do ‘Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis do Brasil’; o diretor presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, Hélio Mattar; e Jeffrey Barber, do Global Research Forum – Sustainable Consumption and Production.

Paul Singer alertou para o fato de o mundo contemporâneo viver uma “competição constante”, onde o “consumo está relacionado ao êxito”, tendo uma relação direta com a avidez por comprar “a última novidade”, invariavelmente mais cara. “A racionalidade do consumidor é aproveitada para condicionar seu comportamento. E a publicidade tem um papel enorme nisso”, lembra. O economista destaca que a economia solidária, um caminho afinado com as ideias que serão discutidas na Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio +20, “não surgiu de uma necessidade ambiental”, já que funcionava em cooperativas criadas na Inglaterra e França no século XIX. “A economia solidária não conhece valor de troca, não conhece lucro, não há desigualdade nela”, ressalta.

Hélio Mattar ressaltou que o papel regulamentador do Governo é “necessário”, mas que é importante também convocar a sociedade, empresas e iniciativas voluntárias para discutir como tornar a produção e o consumo sustentáveis. “Há que valorizar o meio copo cheio e não denunciar o meio copo vazio. Toda vez que se faz uma mudança de cultura acontece isso”, pontua, lembrando que 16% da população mundial são responsáveis por 78% do consumo internacional. Ele pondera que a tão difundida responsabilidade social tem o efeito colateral de “aplacar a consciência” de consumidores e produtores, que podem achar que “não precisam fazer mais nada” e deu como exemplo pessoas que pensam que fazem sua parte apenas separando o lixo reciclável e, por outro lado, continuam consumindo em excesso.

Mattar propõe medidas como o ensino na educação primária de atitudes que promovam a conscientização sobre sustentabilidade e a produção de bens duráveis, algo que vai de encontro ao ritmo industrial atual, afirmando que será necessário mudar o foco da estrutura de consumo, menos centrada na produção industrial, apontando para o setor de serviços. Isso estimularia o “consumo coletivo” em vez do consumo individual. Um exemplo seria a tendência de usar mais transportes públicos no lugar do carro. “O mundo sustentável é melhor. Não é um mundo de sacrifício, sairemos do excesso para a suficiência. Vamos trabalhar menos e consumiremos para o bem-estar e não só por consumir”, conclui.

Durante o painel, foi assinada a ‘Carta de Intenções de Adesão ao Pacto de Desenvolvimento Sustentável’ por dirigentes de organizações como Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea), Embraer e Sinduscon.

As instituições se comprometeram a desenvolver programas de ação que envolverão um uso melhor da água e energia, reciclagem, construções inteligentes, entre outros indicadores. “Em 1992, o setor privado não tinha esse engajamento. Este ano há um movimento maciço sobre o papel do setor produtivo em torno dessa agenda”, compara Izabella.
Comentário:
Para a produção ser sustentável há que se mudar o padrão de consumo. Há que se mudar os hábitos do consumidor. E também os da publicidade. Felizmente cada vez mais consumidores enxergam isso. E mais pessoas formadoras de opinião mostram isso. E mais empresas querem produzir para estes novos consumidores, com uma nova publicidade e novas mídias. Mas ainda há uma grande parcela da população mundial – China, India, Brasil, por exemplo, que ainda não alcançou o nível de consumo e bem estar dos países com maior consumo, e quer isso. Aí há um problema, pois como se está caminhando, o problema dos países com maior consumo está sendo deslocado para aqueles. E para se resolver este problema terá que haver uma ruptura no modelo atual de produção e consumo. Esta ruptura tem que ser em grandes proporções, mas pode começar pequena. Mas não parece haver sinais de que essa ruptura esteja próxima, embora rupturas não possam ser vistas com muita antecedência! E como seria essa ruptura? Pela colaboração. A atividade econômica colaborativa e não competitiva, como disse Paul Singer, e como prega a economia solidária. O ser humano não é competitivo por natureza, ao contrário do que se prega (voltarei a isso em breve).

Títulos públicos

Os títulos públicos estão sendo mais um problema do que uma solução para muitos países. Países estes que contraem dívidas de longo prazo, vendendo seus títulos, numa quantidade maior do que sua capacidade de pagamento. E quanto menor a capacidade de pagamento do país, maior será a taxa de juros que os financiadores (ou especuladores?) irão cobrar. Mas poderiam os países viverem sem emissão de títulos públicos, ou, pelo menos, numa quantidade menor?

A maior parte dos grandes investimentos de um país são feitos pelo governo ou com dinheiro emprestado do governo (a juros mais baixos do que o mercado e prazos muito longos). Logo, nenhum país sobrevive sem empréstimos. Ou, melhor seria dizer, nenhum país cresce, e se desenvolve, sem empréstimos. É só olhar as cores neste [[mapa mundial da dívida|http://www.economist.com/content/global_debt_clock]] – os que menos devem são os mais pobres (África em peso).
“A questão” são duas: quanto o governo paga pelo dinheiro (não é esse o problema do Brasil hoje?) e o que o governo faz com o dinheiro (não foi esse o problema da Grécia e outros países mais pobres que entraram no Euro?). Vamos a algumas soluções novas, ou nem tanto.
No caso de países que tem que manter juros altos, não poderia o governo simplesmente emitir moeda própria (carimbada) para despesas com novos investimentos. Por exemplo, o Brasil emitiria notas de real “Belo Monte”, para financiar esta usina (caso seja aprovada). E quando essas notas retornassem para o caixa do governo, seriam destruídas – pode isto? O dinheiro serviu para pagar o investimento, circulou na economia, mas no médio prazo (5 anos?) não aumentou a moeda circulante, pois saiu de circulação, e sem pagar um centavo de juros. Acho que o Thomas Edison (com apoio do Henry Ford) deu essa ideia para o governo americano logo após a primeira guerra (li em algum lugar, vou procurar).
No caso do governo emprestar dinheiro, este dinheiro poderia ficar restrito a investimentos. Ou seja, não poderia pagar a sua administração.

Não melhora a situação de muitos países?

Eu sou brasileiro, torço pelo Brasil na copa, mas não sou patriota

Eu não sou patriota, por conceito. Mas, sim, eu torço pela vitória do Brasil na copa, assim como torço para que, se não for o Brasil, seja um país da América Latina, incluindo Argentina, que aliás estão muito bem cotados.

Talvez eu não seja patriota por um problema nacional, uma herança histórica que não temos: a falta de uma luta pela independência, ou outras lutas que tenham unido o país. Como aconteceu com quase todos os países da América Latina, o que explica o patriotismo exacerbado destes. Ou como se vê nos estádios nas copas, ingleses vestidos de cruzados, por exemplo.

Mas por não ser patriota, e explicado pela ausência destas lutas nacionais, não gosto deste excesso de verde-e-amarelo a cada copa. Não gosto, também, por conceito, mas gosto da animação, da música, etc, e não gosto dos excessos. Excesso é coisa da juventude, e na minha eu cometi muitos excessos – de todos os tipos. Mas o espírito deve evoluir ao longo da vida e, com certeza, os excessos podem, às vezes, ter alguma finalidade, mas não representam uma evolução. E vendo estes excessos, surge uma explicação? Será que a combinação copa e cerveja (a bebida nacional) tem algo a  ver com isso? É uma hipótese, pois não se vê nada disso no 7 de setembro ou no 15 de novembro, que só são lembrados pelas paradas militares ou quando é feriadão. E nas festas nacionais? tirando o carnaval, que outras festas causam excessos nos convivas? qualquer uma que tenha cerveja ou chopp, seja de que origem for; exemplo: oktoberfest, festa alemã, que traz gente de todo o país para Blumenau; os rodeios, para peões e não peões – que ficam bebendo; etc.

Pelo mesmo motivo sou contra a imbecilidade dos marketeiros acharem que a Argentina é nossa “inimiga”. É nosso maior rival em campo (não só no futebol, no basquete eles são sempre melhores que nós), e só isso. Me escreva alguém que tenha um rival argentino, ou que tenha brigado com um argentino por algum motivo patriótico que não seja futebol e que não seja em época de Libertadores ou de Copa do Mundo.

Então, mesmo não sendo patriota, torço pelo Brasil. Isto porque aprendi a torcer pelo Brasil e não pela Argentina, Itália ou Alemanha. E torço pelos países da América Latina para manter em mim o sentimento de que continuamos livres dos imperialistas europeus – aqui ficam de fora os hispanicos. Assim como torço para que um time latino-americano ganhe o título de campeão mundial de clubes, incluindo argentinos. E é nesse sentido que considero todos os povos latino-americanos nossos irmãos.

Mas a globalização econômica e cultural fez diminuir em mim um pouco este sentimento anti-imperialista. Porque, mesmo sendo contra os imperialistas em muita coisa, não sou radical, não sou contra a globalização em muitos aspectos – escuto somente rock ‘n’ roll (inglês e americano, principalmente) desde os 14 anos e uso tênis Nike, agasalho Adidas, televisão Samsung, etc.
A globalização também tem provocado em muitos países a miscigenação dos povos (e o Brasil novamente pode ser o melhor exemplo, ao contrário dos países imperialistas da Europa), ainda em escala muito tímida. E espero que provoque um dia a remoção total das fronteiras nacionais no sentido de pátria, mantendo-se apenas para fins administrativos. John Lennon lives! (um britânico cidadão do mundo).

Assim como não sou patriota, não sou bairrista. Nasci em curitiba, já morei em duas outras cidades, critico Curitiba em muita coisa e defendo em muitas outras, como faria, provavelmente, em qualquer cidade grande brasileira que eu morasse – os problemas de Curitiba não tem nada a ver com os curitibanos, que alias, aqui já são minoria.

Então, não sendo patriota, estou me antecipando ao meu tempo, talvez para educar assim minha filha de 14 anos (que só escuta rock). Mas aqui, tenho um outro probleminha: minha filha adora Anime (veja o que é na wikipedia), e torceu pela Coréia, contra o Brasil, e agora torce pelo Japão. E ela não se importa com as diferenças entre a Coreia do Norte e a do Sul – e isso importa? Ela já está mais a frente no tempo do que eu? Espero que sim.

Os projetos da Gurgel

Reproduzi no blog Sistemas de Produção I texto que mostra, ou indaga, como é a economia, a política, a produção e a inovação no Brasil. Penso que pouca coisa mudou de lá para cá. Às vezes pensamos que mudou, mas, no fim, sempre aparece o interesse do capital estrangeiro ou dos que já possuem algum tipo de monopólio. Escrito por Carlini e publicado no blog do Nassif.

http://sistemasdeproducaoiufpr.blogspot.com/2009/12/os-projetos-do-gurgel.html

Reproduzo aqui texto que mostra, ou indaga, como é a economia, a política, a produção e a inovação no Brasil. Penso que pouca coisa mudou de lá para cá. Às vezes pensamos que mudou, mas, no fim, sempre aparece o interesse do capital estrangeiro ou dos que já possuem algum tipo de monopólio.