Encontre seus anexos no Gmail e também vincule anexos a arquivos num Drive Virtual

Bem antigamente, talvez uns 5 anos atrás, ou mais, havia um serviço de gerenciar um Drive Virtual colocando os arquivos como anexos no Gmail. Isto porque não existiam Drives Virtuais, eu acho – pelo menos não os gratuitos, eu acho!! Mas não demorou muito para a Google barrar este serviço, creio eu por causa do excesso de espaço demandado – que ainda estava aumentando a cada segundo. Bem, hoje existem os Drives Virtuais, que se tornaram os aplicativos do momento. Tanto que a Google mudou o seu Google Docs para se tornar também um Drive Virtual.

Mas o problema de achar arquivos anexos no Gmail continua. O caminho é só usar os Drives Virtuais para compartilhar arquivos com outros. Nem que tenha que usar vários, para se manter no limite do uso gratuito. Isso é o futuro! Mas ainda vão restar os arquivos que você receber no seu e-mail, que por um bom tempo continuarão vindo.

Para ajudar você a gerenciar estes arquivos é que existe o Attachments.me

O que este serviço faz? Classifica todos os anexos das suas mensagens. Você pode filtrar por tipo de arquivo (música, filmes, imagens, notícias, eventos, código, e outros),e fazer pesquisas no conteúdo dos anexos (uau!) e marcar nos Favoritos (do serviço). Pode fazer download do arquivo, para alguns tipos de arquivos pode visualizar e abrir a mensagem do anexo no Gmail. Pode também enviar por e-mail, via um link privado protegido com senha. Você pode ainda conectar o serviço com o Dropbox e com o Box. Assim você pode enviar via um link também seus arquivos nestes Drives Virtuais.

E ontem o Attachments.me anunciou a integração com o Google Drive, mas apenas pelo aplicativo para o Chrome.

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Fofoca digital

O que é a fofoca? Segundo a wikipedia, consiste no ato de fazer afirmações não baseadas em fatos concretos, especulando em relação à vida alheia. Ainda segundo a Wikipedia, já na Inglaterra da rainha Elizabeth existia a fofoca – no caso, a fofoca real! E também segundo a Wikipedia, a fofoca é considerada um hábito feminino, mas estatisticamente os homens são mais fofoqueiros. Os assuntos mais fofocados geralmente estão ligados a fatos ou pessoas próximas, no ambiente de trabalho, na vizinhança, na família. Às vezes uma fofoca é iniciada pelo próprio agente participante. Neste caso, se for homem, este forneceu a informação (a fofoca) para gabar-se com os amigos. Já as mulheres, para liquidar com a fama de alguma concorrente. Já as fofocas de pessoas públicas tornaram-se um negócio, o das revistas de fofocas, e muito lucratico, pois muita gente gosta de ler estas fofocas – pagando ou não para isso, pois, hoje em dia, a internet está repleta de fofocas grátis.

Como característica dos agentes participantes de uma fofoca tem-se a proximidade – amigos, vizinhos, colegas de trabalho, etc. Assim, a fofoca tem alguma credibilidade, que, geralmente, não pode ser confirmada. Daí o prazer que muitos tem em passar a fofoca adiante. Mas uma fofoca pode acabar com a reputação de uma pessoa, pois, até que seja desmentida, muita água vai passar debaixo dessa ponte. E por isso também corre-se o risco de comprar uma briga. Por isso, antes de passar adiante, tem-se que medir estas consequências, ou seja, sobre quem você está fofocando. Se for do seu chefe, ou sua chefe, é melhor não arriscar. No caso dos jornalistas, o cuidado a se ter é confirmar a informação antes de escrever, ou ter uma fonte totalmente confiável.

Falando agora da internet. O que se tem hoje na internet? principalmente duas situações. A primeira é a avalanche de informações. Além das mídias convencionais (televisão e jornais, principalmente) que também estão na internet, existem as mídias sociais, novidade mais recente na internet. Mídias sociais (ou redes sociais) são os blogs, facebook, twitter, youtube, orkut, myspace, delicious, etc. Estes são aplicativos (software) para internet que permitem que o utilizador do aplicativo crie seu próprio conteúdo e troque conteúdos com outros, sem interferência (em tese) do gestor do aplicativo. Eu creio que a capacidade de todas as pessoas que estão utilizando as mídias sociais de produzir informação, ou replicá-la, é muito maior do que a capacidade das mídias convencionais. Vejamos. No Brasil há mais de 35 milhões de usuários inscritos no FacebookO tempo que as pessoas no Brasil passam na internet é maior do que 2 horas diárias. Uma pessoa, em média, via internet, é capaz de comunicar cerca de seis jornais completos por dia, seja em conversas, mensagem e troca de dados (li aqui). Faça as contas. O excesso de informação é considerada a neurose do século XXI, isto para quem leva a informação a sério, mas não é disso que estou tratando neste post. E as redes sociais também estão cada vez mais rápidas em divulgar os fatos. Num fato bem recente, a morte da cantora Whitney Houston foi divulgada 27 minutos antes no Twitter do que na Associated Press.

A segunda característica, é que a internet, mais especificamente, as redes sociais, conectou pessoas que propriamente não se conhecem. Você (no sentido genérico) escreve para uma pessoa na rede social por que a achou simpática, por qualquer motivo. Mas este motivo pode ser bastante superficial, após uma dúzia de tweets apenas, por exemplo. E até prova em contrário, você continuará achando esta pessoa simpática, e vai compartilhar e comentar boa parte do que esta pessoa compartilhar. E assim esta formada uma rede gigantesca, amorfa, sem cara nem cor nem credo. De outro lado, nas redes sociais, todo mundo diz o que pensa, pelo simples fato de que se pode dizer o que se pensa. Assim, qualquer mensagem ou conteúdo que agride alguma parte desta rede amorfa irá resultar no caos: milhares de comentários agressivos, exortando a ignorância dos pretensos autores, muitas vezes altamente discriminatórios, sem limites, muitas vezes ilegais. E como não há contato próximo entre as pessoas, a frieza e a fúria se amplificam espetacularmente (mas quase ninguém bota a cara no youtube!). E o fato de que em redes sociais como o Facebook as pessoas estão identificadas (diferentemente dos blogs), é comum também os exibicionismos de opinião – opina-se sobre tudo. Qualquer fato é motivo para dar uma opinião. Multiplique isso por vários milhares, e teremos um pequeno caos dentro do grande caos. Qual o ganho disto tudo? há que se refletir (eu tenho algumas ideias …)

E onde as duas coisas se ligam – a fofoca e a internet. Bem, a fofoca precisa de afirmações não baseadas em fatos concretos. E as mídias sociais trazem milhares de afirmações por dia – e outros milhares de informações. E está feita a festa. Aqueles que adoram uma fofoca, passam a fofocar de todos, não mais apenas do seu pequeno círculo de relações. E aqueles que não gostam da fofoca convencional, ou tem receio, entram na brincadeira digital – ou, às vezes, estão passando uma fofoca sem saber (leia último parágrafo). E esta nova modalidade de fofoca, a digital, segue fazendo seus estragos, destuindo reputações, matando pessoas, entre outras barbaridades.

Eu não poderia terminar sem um conselho, muito comum entre consultores de mídias sociais na web. Quando você receber uma notícia, aplique este novo ditado “Google before you tweet is the new think before you speak“* (google** antes de twittar*** é o novo pense antes de falar). As situações enganosas mais comuns é que a noticia é velha (e você estará passando como nova) ou não é verdadeira. Exemplos não faltam, veja alguns dos mais famosos no site http://www.e-farsas.com/. Veja uma boa síntese de conselhos aqui. Bem, eu não segui todos os conselhos ao escrever este post, e espero que tudo certo e eu passe ileso por essa!

* ainda não descobri quem criou este ditado
**google, do verbo googlar
***eu prefiria tuitar, mas me rendi ao professor Laércio

Google +1

Comecei a usar o google +1

Como ativar?
vá no http://www.google.com/experimental/ e selecione o +1 button. Depois disso vai aparecer o +1 button ao lado das suas buscas.
Pelo que eu entendi, se alguém fizer uma busca, nos resultados que eu cliquei o +1 button, alguma indicação vai aparecer.  Mas não sei que tipo de indicação, e como os outros vão ver que eu fiz a indicação!
E também as buscas indicadas por mim aparecem no meu perfil (que é público)
Já fiz (e marquei) 2 buscas:
  1. reverse logistics
  2. logística reversa curitiba
Aguardo contribuições.

Enfim você vai organizar seus labels no Gmail: Nested labels

Ótima novidade para quem tem muitos labels no Gmail: Nested Labels*. Novo recurso disponível no Gmail Labs (by Manu C), permite criar uma hierarquia de labels.  Para acessar o Gmail Labs, abra a configuração – Settings, e veja o link no alto da página, ou clique no ícone do Lab no lado esquerdo de Settings, na página principal. Para criar um subnível nos labels você deve usar a barra (/) entre o nome do label mãe e o do label filho. Primeiro crie o label mãe, por exemplo, UFPR, depois crie o label filho: “UFPR/Ricardo”. Se você quer agrupar labels já existentes, e o label mãe também já existe, basta renomear os labels filhos, acrescentando o nome do label mãe na frente, seguido da barra, o agrupamento será imediato. Você pode ter e-mail tanto no label mãe quanto nos filhos. Nos e-mails aparece toda a sequência de labels separados com as barras

Nested labels
Nested labels no Gmail

Uma vez criados os labels, você pode fechar e abrir seus labels mães, melhorando assim a visibilidade – que é a ideia. Funcionou sem maiores problemas (às vezes a página de labels ficou vazia – medo! – e precisei recarregar. A Google afirma que você pode criar “hierarquias complexas” de labels. Eu não agrupei todos os labels ainda, mas uma limitação que você vai ter é o limite de 40 caracteres para o nome do label – o nome do label tem que incluir toda a sequência de labels mães. Será o fim dos longos nomes de labels? Ajudaria muito a facilidade de carregar o label filho para o label mãe (drag-and-drop)!

*os termos do Gmail estão em inglês por que eu uso no idioma inglês, que não é apenas uma tradução, mas outra versão do Gmail, e que traz as novidades sempre antes das versões em outros idiomas, e tem menos bugs (quase nenhum). Pelo menos era assim em 2008, mas eu continuo usando em inglês.