Estou com vergonha alheia da fila da porta da Apple, por Leonardo Sakamoto

http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2012/09/20/estou-com-vergonha-alheia-da-fila-na-porta-da-apple/

Sobre estilo de vida e consumismo, ou como estamos dando dinheiro para acabar com a nossa civilização – bem! eu acho que estou fora disso, mas vou acabar junto, se não sairmos dessa. há duas saídas: substituir o capitalistmo ou aceitar o islamismo, a escolha é sua. Quer ajudar a sair dessa?@RebelCapitalist #neweconomy Há alternativas, basta enxergar

Vem aí, um novo modelo para as escolas: a Educação 3.0

Entrevista do professor Jim Lengel, consultor e professor da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, lançará em breve um livro sobre o tema, Folha Dirigida | Educação

Organização de alunos por grupos de trabalho, uso constante de tecnologias por estudantes e professores, atividades pedagógicas realizadas dentro e fora de sala de aula, incentivo a lidar com a resolução de problemas práticos. Estas são apenas algumas das possibilidades geradas por um modelo educacional muito discutido em outros países e que, em breve, deve entrar na pauta dos educadores brasileiros: a Educação 3.0.

Jim Lengel, consultor e professor da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, lançará em breve um livro sobre o tema, que terá versões impressa e digital. Quem não quiser esperar pela obra já poderá ter acesso aos conceitos inovadores desta proposta de ensino no dia 1º de outubro, em São Paulo, quando o irá ao Congresso InovaEduca3.0, para apresentar e debater suas ideias sobre a escola contextualizada no mundo em que vivemos e as transformações que as novas tecnologias estão realizando nos processos de ensino e aprendizagem e nas relações professor-aluno.

Lengel enumera pilares que definem uma Escola 3.0. Segundo ele, nesta proposta educacional, os estudantes trabalham em problemas que valem a pena ser resolvidos (que afetam a comunidade onde vivem); alunos e professores trabalham de forma colaborativa; os estudantes desenvolvem pesquisas autodirecionadas; aprendem a como contar uma boa história; aplicam ferramentas adequadas para cada tarefa; e recebem estímulos para serem curiosos e criativos.

Nesta entrevista, Lengel apresenta, por exemplo, as principais diferenças da educação 3.0 para os modelos tradicionais, aos quais ele chama de 1.0 ou 2.0. O principal recado que fica é o seguinte: a linha de ação tende a sair da busca por atividades padronizadas para todos e priorizar diferentes formas de interação pedagógica entre alunos e professores.

“A Educação 2.0 mede o sucesso pelo domínio de um conjunto restrito de rotinas e tarefas cognitivas que foram importantes para o trabalho industrial, nas fábricas. A Educação 3.0 mede o sucesso dos alunos pela curiosidade, coragem, personalidade e capacidade de colaborar em pequenos grupos para resolver problemas complexos”, salienta o educador americano que, nesta entrevista, fala sobre outros aspectos relativos a Educação 3.0, como o papel do professor, o uso das tecnologias, as habilidades mais valorizadas e o que pode mudar nas salas de aula a partir desta nova proposta.

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Fundação Araucária dobra recursos para projetos de pesquisa no Paraná

A Fundação Araucária lança até o final deste ano 29 editais para investir R$ 76,8 milhões em projetos de produção e disseminação científica e tecnológica no Estado. O valor equivale a quase o dobro do destinado para a área no ano passado.  Daquele valor total dos editais, R$ 24 milhões virão da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o que significa a retomada da parceria com a instituição, interrompida desde 2005. A Capes tem um plano de investimentos para o Paraná que soma R$ 48,5 milhões, para aplicação em cinco anos. A contrapartida da Fundação Araucária é de R$ 25 milhões, somando R$ 73,5 milhões para trabalhos especialmente dirigidos ao fortalecimento das atividades de pós-graduação; pós-doutorado, mobilidade profissional, pós-graduação em conjunto com outras universidades e compra de equipamentos para laboratórios. Os recursos para investimento em programas de pesquisa e inovação vêm crescendo desde o início deste governo. Em 2010, por exemplo, foram feitos 14 editais para destinar R$ 24 milhões para o setor; no ano seguinte o montante subiu para R$ 39 milhões em 16 editais e, neste ano, o valor foi praticamente dobrado.  O presidente da fundação, Paulo Roberto Brofman, credita o crescimento dos recursos ao aumento no número de parcerias. Como aconteceu com a Capes, a Fundação Araucária recuperou outras parcerias importantes em Brasília, entre elas o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A Fundação Araucária também mantém parcerias com a Fundação O Boticário e com o Parque Tecnológico Itaipu, e está negociando com a Sanepar, Copel e Fiocruz. Na avaliação do secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal, a parceria assinada com a Capes na última semana vai colocar a Fundação Araucária entre as cinco maiores do País. Em busca de boas ideias para atender a sociedade paranaense, a Fundação Araucária tem o apoio do Senai para atrair empresas para os projetos de ciência e tecnologia. Neste caso, o pesquisador tanto pode trabalhar em projeto próprio dentro de uma empresa, como pode desenvolver produto ou processo a pedido da própria empresa.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=69369